terça-feira, 13 de novembro de 2012

Campo Grande

Olá, meus amigos bloggeiros!!!

Estou em mais uma viagem. Aproveitei o feriado para pegar a estrada novamente. Como não é de costume, desta vez vim de avião. Saí logo cedo de Campinas, vôo previsto para 8:20, porém, atrasou devido ao movimento no aeroporto. Embarcamos (eu e minha mãe) em Campinas e descemos em Campo Grande. Aqui, ganhamos uma hora devido ao fuso. 

O aeroporto é muito pequeno, parece uma rodoviária de uma cidade pequena no interior de São Paulo. Logo no aeroporto, deixamos as malas no guarda-volumes e pegamos um ônibus para o centro da cidade. Aqui, não se pode pagar a passagem com dinheiro, você deve comprar um cartão, um passe. Desinformadas, o motorista foi muito gentil e deixou-nos no ponto desejado, de frente a uma loja que vende esse cartão para pagarmos nossa passagem. Aqui, a passagem é R$ 2,85. Chegamos no lugar que eu mais gosto das cidades, o Mercado Municipal.


O Mercado é bem grande e organizado, comparado a muitas cidades em que estive. Não encontrei nada de muito diferente, ervas medicinais, pimentas, temperos, muitos produtos japoneses (a colônia aqui é bem forte), erva para tererê, fumos, e muita cuia para tererê.
As pessoas aqui na cidade são muito gentis. Logo, no aeroporto, já dispostas a nos ajudar, mas sem aquele interesse comercial em turista, mas sim com uma simplicidade bem peculiar, doce. No ponto de ônibus, também, conversamos com uma doce senhora que contou um pouco sobre a cidade e nos deu algumas dicas de lugares. O motorista do ônibus muito gentil, um brasileiro que viveu 3 anos no Japão. No mercado, os comerciantes são muito educados e gentis. De frente ao mercado há uma feira indígena com alimentos como milho, frutas, sementes, raízes, pequi. Tem índios de muitas origens, mas eles são muito quietos, fechados e até mal humorados. Muitas vezes ficamos sem respostas para perguntas. São péssimos comerciantes.

Em seguida, almoçamos em um restaurante, Pastelaria do Milton, um japonês ao lado do Mercado. Muito limpo e a comida muito saborosa. Prato Feito a R$ 6,00. Muito bom. Passamos no camelódromo que é um galpão fechado e muito bem organizado. Sinto-me muito segura andando por esta cidade. As ruas são bem largas, sinalizadas. As ruas tem mais ou menos 4 pistas para carros, a calçado é bem larga. Uma cidade muito boa de andar. Fomos a Morada do Bais, que é um museu familiar em homenagem a primeira artista Plástica daqui de Campo Grande, Lidia Bais (1900-1985). As obras delas são lindas, ligada a religiosidade cristã e com a infância. No pequeno museu, há uma sala de pertences pessoais que são uma gracinha. Uma pequena cama que parece de criança, pois ela não tinha nem 1,5m. Seus quadros são muito graciosos. Pintou a Santa Ceia, colocando sua imagem ao lado de Jesus. Também há outro que é um auto-retrato com seus traços bem juvenis. Uma graciosidade mesmo.

Em seguida, passamos pela feira onde tem o famoso Soba. Porém, hoje não abre. E viemos ao hotel, onde esperamos nossa Van para nos levar a Bonito-MS. Minha mãe dorme no sofá. Aqui o tempo parece demorar a passar. E conseguimos aproveitar bem o dia fazendo coisas bem prazerosas e com calma! 

Assim que der, envio novas notícias.

Beijos,