Chegando no hotel que é uma delícia de lugar, fomos super bem recebidas pelo Sr. Luiz, o dono do hotel e a Dona Rosa. Ambos esbanjando muita simpatia. Estava no horário do almoço. Na ansiedade, já fui a beira do rio, que passa no fundo do hotel. e dei de cara com uma Iguana linda que estava na árvore tão próxima. E não era de criaçao. Selvagem mesmo. Além de inumeros pássaros.
Depois disso, almoçamos aquela deliciosa comida. Estava muito melhor do que a comida de bonito, muito mais caseira e temperada. Depois da digestão, pegamos o barco e fizemos um safari pelo Rio, onde avistamos muitos animais. O mais requisitado é a onça pintada. Diz que é muito difícil de vê-la, e tivemos a grande sorte!!!!
Retornamos, onde ficamos a vontade pela fazenda. Tirei várias fotos pela fazenda e fiquei de papo conhecendo os hospedes e conversando com o Sr. Luiz. Em seguida, conhecemos o Dr. Luiz e o Eliézer, dois simpáticos curitibanos que nos fizeram companhia no restante da estadia em Pantanal. No fim da tarde, nos convidaram para uma prosa na beira do rio, regado de cerveja e uma boa cerveja! Proseamos até a noite cair. O pantanal é incrivelmente quente. Realmente há bastante insetos, mas controlável com repelente, pelo menos na época que estivemos lá. Porém, o calor é insuportável. Tomei cerca de 3 a 4 banhos por dia de água fria para ver se o calor saia de mim!
Depois jantamos na própria fazenda. A comida continua de muito agrado... E fizemos, então, a focagem noturna. Saimos de barco com um farolete focando os Jacarés na beira do rio a noite. É assustador, semelhante a um filme de terror. Encontramos, em certo momento, uma porção de pequenos jacarezinhos! Umas gracinhas. Ao jogar a luz em sua direção, vemos apenas os olhinhos vermelhos brilhando ao fundo.
Depois do passeio, eu e Eliézer, aproveitamos para passear pela redondeza com uma dosezinha de cachaça , com lanterninhas no meio da escuridão pantaneira. O medo nos trouxe de volta ao hotel. Encontramos no meio do caminho dois rapazes que moravam e nos orientaram para não andar desprotegidos, ainda mais que a onça ataca e caça a noite. Então, subimos na ponte e ficamos observando o movimento. Ainda com receio, retornamos e ficamos na beira do Rio, com mais segurança, luz e conforto...