Durante a viagem, pensei diversas vezes na efemeridade da vida. É claro que eu estava suscetível. É claro que poderia me acontecer um acidente de carro, um roubo, ou qualquer coisa que arriscasse minha vida. E em que lugar do mundo não estaria suscetível?
A única coisa que realmente passava na minha cabeça é: eu estou sendo feliz! Se não me importar em ser feliz no presente, não há nenhum outro tempo que eu poderia 'conjugar' a felicidade. A vida é efêmera. Lembro de meu pai que passou a vida construindo uma casa, trabalhando excessivamente para ter uma velhice confortável e veio um câncer e tirou-lhe a velhice dos planos. E gastou parte das economias com remédios, médicos, hospitais... Do que vale o dinheiro nesta condição?
É preciso ser feliz hoje. A gente não é eterno...
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