Os passeios são todos agendados com antecedência, principalmente em época de feriado. Aparecer de repente no local para ver se entra na turma do passeio, é uma opção bem arriscada principalmente nos passeios mais 'disputados'.
Os hoteis e o hostel tomam conta de tudo. Eles fazem o agendamento nos passeios e solicitam o transporte. Os passeios dizem que tem valores fixos. E o transporte são carros, motos, vans, mini-vans etc que são chamados de 'transporte compartilhado' para reduzir o custo. Eles vão passando pelos hotéis pegando os turistas para um passeio específico e deixam no local e aguardam até a hora do retorno. As atrações são distantes do centro de Bonito. Alguns, em cidades vizinhas, chegando a uma, uma hora e meia de tempo de viagem.
Bem, iniciamos o passeio indo para a Gruta Azul, as 9:40hs, saindo do hostel. Fiquei impressionada com a estrutura turistica da cidade de bonito e dos atrativos. No centro de apoio, há uma loja de artesanatos dos índios que mais habitavam aquela região, Terenos e Kadweus. Também há bolsas impermeáveis doadas pelo correio (de carteiros mesmo) que foram otimizadas e ficaram com um trabalho lindo e super funcional.
Você entra em grupos de aproximadamente 15 pessoas com um guia bem preparado para o passeio. Eles explicam desde vegetação, passando por formação de rocha, história, população etc. Você recebe um capacete de proteção e vamos lá conhecer as famosas estalagmites e estalactites. Do centro de apoio até a entrada da gruta são aproximadamente 400 metros, bem perto mesmo. Para sair o grupo seguinte, há um espaço de tempo suficiente para não haver acumulo de pessoas na caverna. É algo extremamente impressionante ver a imagem dessa gruta. É um azul tão forte, tão forte que chama-se muita atenção, em contrate com a semi-escuridão da caverna e as rochas de tons amarelos e marrons.
Há história de ossos de uma preguiça gigante no fundo do lago. Hoje não se pode se banhar. Em pouquíssimos casos, deixam fazer mergulho, mas a autorização é dificil de conseguir. Além disso, o percurso dentro da gruta é bem pequeno, limitado por cordas os locais transitáveis. Há muitos salões, porém não são transitáveis mesmo porque é habitat de animais (morcegos, insetos).
Os hoteis e o hostel tomam conta de tudo. Eles fazem o agendamento nos passeios e solicitam o transporte. Os passeios dizem que tem valores fixos. E o transporte são carros, motos, vans, mini-vans etc que são chamados de 'transporte compartilhado' para reduzir o custo. Eles vão passando pelos hotéis pegando os turistas para um passeio específico e deixam no local e aguardam até a hora do retorno. As atrações são distantes do centro de Bonito. Alguns, em cidades vizinhas, chegando a uma, uma hora e meia de tempo de viagem.
Bem, iniciamos o passeio indo para a Gruta Azul, as 9:40hs, saindo do hostel. Fiquei impressionada com a estrutura turistica da cidade de bonito e dos atrativos. No centro de apoio, há uma loja de artesanatos dos índios que mais habitavam aquela região, Terenos e Kadweus. Também há bolsas impermeáveis doadas pelo correio (de carteiros mesmo) que foram otimizadas e ficaram com um trabalho lindo e super funcional.
Você entra em grupos de aproximadamente 15 pessoas com um guia bem preparado para o passeio. Eles explicam desde vegetação, passando por formação de rocha, história, população etc. Você recebe um capacete de proteção e vamos lá conhecer as famosas estalagmites e estalactites. Do centro de apoio até a entrada da gruta são aproximadamente 400 metros, bem perto mesmo. Para sair o grupo seguinte, há um espaço de tempo suficiente para não haver acumulo de pessoas na caverna. É algo extremamente impressionante ver a imagem dessa gruta. É um azul tão forte, tão forte que chama-se muita atenção, em contrate com a semi-escuridão da caverna e as rochas de tons amarelos e marrons.
Há história de ossos de uma preguiça gigante no fundo do lago. Hoje não se pode se banhar. Em pouquíssimos casos, deixam fazer mergulho, mas a autorização é dificil de conseguir. Além disso, o percurso dentro da gruta é bem pequeno, limitado por cordas os locais transitáveis. Há muitos salões, porém não são transitáveis mesmo porque é habitat de animais (morcegos, insetos).
O passeio é bem breve. Torno de 1 hora e meia. Retornamos no hostel as 14hs. Tempo para almoçar uma lasanha vegetariana no próprio hostel, com uma saladinha!
Logo as 15hs, passeio marcado para o Rio Sucuri, onde fica numa fazenda muito bela e bem organizada. Lá, fomos recepcionadas e conhecemos a nossa amiga Rita, uma suiça que estava no mesmo hostel que nós muito animada e divertida. Uma doçura de companhia. O nosso grupo formado por quatro pessoas, acompanhado pelo guia atencioso Ivan e mais um alemão, um senhor de uns 60 anos que não falava nada de português e muito mal o inglês.
Aproveitamos para comer uma frutinha na frente da fazenda chama Água-Pombo, uma bolinha de casca um pouco durinha cor creme do tamanho de uma jaboticaba, com a poupa alaranjada e uma grande semente. Depois tomamos uns sorvetes do Cerrado. Eu tomei o Coco de Guariroba e minha mae o Araticum. O meu estava uma delícia! O dela, já não gostei tanto, embora seja bom também.
No passeio, saimos do ponto de apoio, com a roupa neopreme, botas, tomamos uma ducha para tirar protetor solar e repelente do corpo para não poluir o rio e seguimos de carro até o ponto. Andamos nem 300 metros até a boca do rio que partimos para a flutuação. Lá, há uma plafatorma e um ponto de apoio com os coletes e onde deixamos a máscara. O guia vai seguindo com o barco atrás de nós. Antes, ajudei minha mãe fazer um pouco de snorkeling na plataforma, mas apesar do receio, ela se deu super bem!!!
Seguimos pelo Rio para a Flutuação. Confesso: algo impressionante. Poucas vezes me lembro de água tão cristalina (talvez o Poço Azul em Carolina, no Maranhão e a cachoeira do Formiga no Tocantins). É incrível conseguir ver os peixes e muito gostoso jogar o corpo a favor da correnteza, apenas deixar levar, passeando principalmente no meio de piraputangas e Corimbás. Um e outro Pacú...
| Família de Piraputanga |
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