Acordamos cedo, mas ficamos com receio de fazer o passeio fotográfico ou a cavalgada, passeios fornecidos pela manhã para os hóspedes. Teríamos que pegar nosso ônibus as 13hs no Buraco das Piranhas, no balão onde acaba os asfalto para chegar em nosso hotel.
Tomamos café tranquilamente, e nossos amigos Curitibanos já estavam se arrumando para partir. Tentamos remarcar a passagem de avião saindo de Corumbá, ao invés de sair de Campo Grande, assim, aproveitávamos a carona e a companhia dos amigos. A passagem de Corumbá estava muito cara, pois apenas a Trip está operando (logo mais Azul). Portanto, decidimos tentar o onibus mesmo até Campo Grande. A preocupação é que o avião sairia as 18:20, e estávamos com receio de perdê-lo, como por muito pouco mesmo não perdemos.
Ficamos pela manhã andando pela fazenda e depois almoçamos. O Sr. Luiz, dono do hotel, nos levou até o Buraco das Piranhas, mas o ônibus atrasou muito. Logo, o ônibus apareceu, com cerca de 40 minutos de atraso. O motorista nos falou que a Polícia Federal parou o ônibus, que vinha de Corumbá, e prendeu um rapaz que traficava drogas, provavelmente vindo da Bolívia.
De fato, no ônibus, haviam muitos rostinhos 'diferentes'. Creio eu que maioria bolivianos. O Ônibus faz muitas muitas muitas paradas. Chegamos praticamente as 18hs no aeroporto (o ônibus deixava os passageiros lá, antes de partir para rodoviária) e o rapaz da Azul não queria nos deixar embarcar. Insistimos um pouco e liberaram, pois o vôo estava um pouco atrasado. Finalmente deu tudo certo!!!
Caminho de volta para casa... e Bonito e Pantanal deixando muitas saudades em nossos corações.
Suas moedas valem muito! Já pensou em juntar cada moeda e utilizar para comprar algo que você realmente almeja? Este é objetivo deste Blog. Uma paulista, sonhadora, viajadora, que vai pagar seus sonhos em moedas...
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Último dia no Pantanal! Aventura pura!
Acordar cedo se torna natural em lugares tão belos. Você quer sempre aproveitar mais o dia!
Tomar café da manhã com os novos amigos e partir para um safari fotográfico logo pela manhã. Vamos em um pau de arara em torno de 12-15 turistas, todos hospedados na mesma fazenda. Os guias e motorista são bem preparados para qualquer animal na vista. Reduzem a velocidade e logos os turistas aguçados procurando por todos os lados o que eles estão vendo. E logo, aparece algum animal diferente, como Cervo Campeiro, Quati, Muitos pássaros de todos os jeitos como arara vermelha, Tucano, Curicaca, o famoso Tuiuiu, colhereiro, Carcará... Capivaras...
Seguindo um pouco mais a estrada, o guia pede para o
motorista parar. Ele sente o cheiro de uma sucuri e começa procurar na árvore.
O rapaz não estava enganado! Encontramos uma pequena sucuri com cerca de dois
metros nas raízes de uma árvore! Coisa muito doida! Ele diz sentir o cheiro de
melancia. Confesso, bem aguçado! Não senti cheiro é de nada!!!
Tomar café da manhã com os novos amigos e partir para um safari fotográfico logo pela manhã. Vamos em um pau de arara em torno de 12-15 turistas, todos hospedados na mesma fazenda. Os guias e motorista são bem preparados para qualquer animal na vista. Reduzem a velocidade e logos os turistas aguçados procurando por todos os lados o que eles estão vendo. E logo, aparece algum animal diferente, como Cervo Campeiro, Quati, Muitos pássaros de todos os jeitos como arara vermelha, Tucano, Curicaca, o famoso Tuiuiu, colhereiro, Carcará... Capivaras...
De repente, no meio da estrada avistamos muitos, mas muitos jacarés no meio da estrada. Os guias descem e andam no meio deles, os jacarés afastam-se para os lagos nas laterais da estrada... Quando chegamos perto, centenas, e ouso dizer até milhares de jacarés ao redor do lago tomando sol e dentro do lago!!! Assustador! O Guia então me chamou de canto com minha mãe e desceu o barranco que dava acesso ao lago. Que cena!!! Você bem pertinho de tantos jacarés. Rodeados deles. Confesso, muito medo dos animais darem uma bocada. Ele ficam na beira do lago de boca aberta por conta de uma bactéria que vive na boca deles, deixando manchas pretas... E você bem perto daquelas bocas enormes abertas. O Guia, então, sai ao redor do lado caminhando e, a medida que anda, os jacarés fogem todos para o lago. O guia pega o jacaré pelo rabo, e o animal apenas tenta fugir, não demonstra nenhuma ameaça ao homem! É impressionante. Aos poucos, você vai se acostumando e andando no meio daquele 'mundarel' de jacarés... E ousa até encostar na pele dele.
O ponto final do passeio foi em um bar, todos exausto com
aquele calor que não perdoa, sol quente. Nos hidratamos, conversamos entre nós,
tiramos umas fotos e seguimos para retornar a fazenda, pois um almoço nos
esperava.
Interessante que a estrada é cheia de pontes. Acho que
passamos por volta de 50 pontes! E passa muita boiada por elas. É muito comum
ver ossos dos animais debaixo da ponte, de animais que caíram, ou no canto da
estrada...
Chegando na fazenda, almoçamos mais uma deliciosa comida.
Descansamos um pouquinho durante uma prosa e o nosso amigo Eliézer nos convidou
para um passeio. Fomos eu e minha mãe em sua companhia de carro para alguns
terrenos vizinhos, pousadas, centro de estudos, onde encontramos um mirante
enorme em estrutura de alumínio assustador! Quando subimos, a estrutura toda se
sacode! Que medo. De cima, você vê um campo todo limpo e aberto!!! Bacana!!!
Retornamos, pegamos o Dr. Luiz Carlos na fazenda. E nisso
começaria a pescaria de piranha! Aproveitei para tentar a sorte na pescaria.
Fui rápida no gatinho, mas não gostei da experiência. O anzol tirou o olho do
meu peixe. Devolvi para o Rio, com a orientação do guia dizendo que ele
sobreviveria, mas não gostei da maldade que fiz com o pobrezinho...
Seguimos, então, o quatro para a Fazenda (acho que se chama
São Francisco), distante alguns km de onde estávamos. Lá já deixamos alugados
uns cavalos e fizemos um safári em cima dos cavalos!!! Minha mãe andou pela
primeira vez e adorou a experiência!!! Ficamos cerca de três horas, vimos
macaco bugio, arara azul, quati, cervo-capeiro... a fazenda não tinha fim! Os
cavalos muito bom de montar!!! Foi demais.
Depois retornamos à fazenda, jantamos. Eu, já com dor de
cabeça, cochilei por meia hora e voltei para prosear com o novo ‘amigo’. Assim,
separei uma daquela Taboa de Bonito e tomamos cachaça na beira do Rio deitados
na rede... Eta vida boa... Acordamos de madrugada com uma chuvinha
gostosa, que amenizava bastante aquele calor insuportável. Amanhã é dia de
despedida do Pantanal e eu não estou gostando nada disso.
domingo, 25 de novembro de 2012
Bem vindas ao Pantanal!
Saímos do hostel por volta das 10:00. A van nos pegou na porta do hostel. E seguimos até o Lontra Pantanal. Uma estrada sem fim, em torno de 3 horas no carro, para chegar nesta estrada, no buraco das piranhas. Esta estrada desaparece na cheia, e os hoteis vão pegar as pessoas no asfalto do Buraco das Piranhas de barco! Nós, conseguimos ir tranquilamente (devido a seca) para o nosso hostel (8km) pela estrada de terra que está muito boa.
Chegando no hotel que é uma delícia de lugar, fomos super bem recebidas pelo Sr. Luiz, o dono do hotel e a Dona Rosa. Ambos esbanjando muita simpatia. Estava no horário do almoço. Na ansiedade, já fui a beira do rio, que passa no fundo do hotel. e dei de cara com uma Iguana linda que estava na árvore tão próxima. E não era de criaçao. Selvagem mesmo. Além de inumeros pássaros.
Depois disso, almoçamos aquela deliciosa comida. Estava muito melhor do que a comida de bonito, muito mais caseira e temperada. Depois da digestão, pegamos o barco e fizemos um safari pelo Rio, onde avistamos muitos animais. O mais requisitado é a onça pintada. Diz que é muito difícil de vê-la, e tivemos a grande sorte!!!!
Retornamos, onde ficamos a vontade pela fazenda. Tirei várias fotos pela fazenda e fiquei de papo conhecendo os hospedes e conversando com o Sr. Luiz. Em seguida, conhecemos o Dr. Luiz e o Eliézer, dois simpáticos curitibanos que nos fizeram companhia no restante da estadia em Pantanal. No fim da tarde, nos convidaram para uma prosa na beira do rio, regado de cerveja e uma boa cerveja! Proseamos até a noite cair. O pantanal é incrivelmente quente. Realmente há bastante insetos, mas controlável com repelente, pelo menos na época que estivemos lá. Porém, o calor é insuportável. Tomei cerca de 3 a 4 banhos por dia de água fria para ver se o calor saia de mim!
Depois jantamos na própria fazenda. A comida continua de muito agrado... E fizemos, então, a focagem noturna. Saimos de barco com um farolete focando os Jacarés na beira do rio a noite. É assustador, semelhante a um filme de terror. Encontramos, em certo momento, uma porção de pequenos jacarezinhos! Umas gracinhas. Ao jogar a luz em sua direção, vemos apenas os olhinhos vermelhos brilhando ao fundo.
Depois do passeio, eu e Eliézer, aproveitamos para passear pela redondeza com uma dosezinha de cachaça , com lanterninhas no meio da escuridão pantaneira. O medo nos trouxe de volta ao hotel. Encontramos no meio do caminho dois rapazes que moravam e nos orientaram para não andar desprotegidos, ainda mais que a onça ataca e caça a noite. Então, subimos na ponte e ficamos observando o movimento. Ainda com receio, retornamos e ficamos na beira do Rio, com mais segurança, luz e conforto...
Boca da Onça
Último dia em Bonito!
Vamos aproveitar para fazer o passeio Boca da Onça, que fica numa fazenda, caminho para Aquiduana, que é caminho também para o Pantanal!
A Boca da Onça é uma fazenda muito bonita! Fomos o primeiro grupo do dia. Assistimos uma apresentação em uma sala com vídeo explicando sobre o parque e a segurança local. O passeio consiste em trilhas com observação de vegetação, animais e cachoeiras, com cerca de quatro ou cinco paradas para banho nessas.
Saimos para a Trilha Boca da Onça da fazenda de carro até o início, vamos a Garganta da Arara, Cachoeira da anta, Cachoeira do Jabuti, Buraco do Macaco, Caverna do Morcego, Cachoeira da Paca, Cachoeira do Fantasma, Cachoeira da Queixada, Poço da Lontra, Praia da Boca da Onça, Poço da Pedra do Baú, e inúmeros outros pontos. A paisagem é deslumbrante e as paradas para banho são uma delícia.
Durante o percurso há placas com poesia de uma senhora que é da família da fazenda, Maria Cecília. Há poesias no percurso todo.
Depois de tanto andar, nadar, observar, depois da Cachoeira da onça, subimos mais de 600 degraus... confosso: cansa, heeein?!
Em seguida, o carro pega no fim da trilha nos leva pra fazenda, onde ficaremos até o fim da tarde. O almoço já está servido, com comida muito boa. E sobremesa de doce de casca de melancia, doce de jaca e outras 'bizarrices".
A tarde, é cochilar na piscina com água do rio, com criação de peixes como Pacú, piraputangas e Corimbás. Também tem um redário bom para uma soneca. Como diria meu amigo lá de Rio Grande do Norte: "Eta Mundão, não acaba não".
18:00, retornamos ao hostel, onde ficamos o fim da tarde conversando com os novos amigos que fizemos, cariocas, paulistas, holandesas... E ficamos de papo na piscina até umas 21:00, quando escurece lá! E aí, resolvemos tomar um banho e cair para experimentar a famosa carne de jacaré!
Fomos no Cantinho do Peixe, experimentar a tal carne, parecida com frango. A carne é bem saborosa e consistente. Lembrando que também, tem a Taboa, cachaça de Bonito, que tem com Guavira e outra com guaraná, gengibre e tantas outras coisas lá!
A noite teve apresentação de Blues e geral foi pra lá! Eu e minha mãe, preferimos descansar, pois amanhã, o caminho é longo... Pantanal nos espera!!!!
Vamos aproveitar para fazer o passeio Boca da Onça, que fica numa fazenda, caminho para Aquiduana, que é caminho também para o Pantanal!
A Boca da Onça é uma fazenda muito bonita! Fomos o primeiro grupo do dia. Assistimos uma apresentação em uma sala com vídeo explicando sobre o parque e a segurança local. O passeio consiste em trilhas com observação de vegetação, animais e cachoeiras, com cerca de quatro ou cinco paradas para banho nessas.
Saimos para a Trilha Boca da Onça da fazenda de carro até o início, vamos a Garganta da Arara, Cachoeira da anta, Cachoeira do Jabuti, Buraco do Macaco, Caverna do Morcego, Cachoeira da Paca, Cachoeira do Fantasma, Cachoeira da Queixada, Poço da Lontra, Praia da Boca da Onça, Poço da Pedra do Baú, e inúmeros outros pontos. A paisagem é deslumbrante e as paradas para banho são uma delícia.
| Arvores gigantescas no meio do cerrado? |
| Piscina da Cotia |
| Esta é a famosa Boca da Onça |
| Boca da Onça de Perfil |
| Essa mulher é energia pura! |
Depois de tanto andar, nadar, observar, depois da Cachoeira da onça, subimos mais de 600 degraus... confosso: cansa, heeein?!
Em seguida, o carro pega no fim da trilha nos leva pra fazenda, onde ficaremos até o fim da tarde. O almoço já está servido, com comida muito boa. E sobremesa de doce de casca de melancia, doce de jaca e outras 'bizarrices".
A tarde, é cochilar na piscina com água do rio, com criação de peixes como Pacú, piraputangas e Corimbás. Também tem um redário bom para uma soneca. Como diria meu amigo lá de Rio Grande do Norte: "Eta Mundão, não acaba não".
18:00, retornamos ao hostel, onde ficamos o fim da tarde conversando com os novos amigos que fizemos, cariocas, paulistas, holandesas... E ficamos de papo na piscina até umas 21:00, quando escurece lá! E aí, resolvemos tomar um banho e cair para experimentar a famosa carne de jacaré!
Fomos no Cantinho do Peixe, experimentar a tal carne, parecida com frango. A carne é bem saborosa e consistente. Lembrando que também, tem a Taboa, cachaça de Bonito, que tem com Guavira e outra com guaraná, gengibre e tantas outras coisas lá!
A noite teve apresentação de Blues e geral foi pra lá! Eu e minha mãe, preferimos descansar, pois amanhã, o caminho é longo... Pantanal nos espera!!!!
Buraco da Araras e Rio da Prata
Bonito é acordar cedo para aproveitar o dia.
7:00 é hora de estar prontas para o café no Hostel. A primeira partida é o Buraco das Araras, depois, Rio da Prata, ambas localizada na cidade de Jardim-MS. Um pouco mais de uma hora de viagem.
A van nos pegou e nos deixou no Buraco. Composto por uma trilha de não mais que 900km, com muitas paradas no meio para observação e fotografia. Vale a pena uma máquina fotográfica com bastante zoom e também um binóculos. O guia vai explicando sobre a vegetação e conta que existe uma lenda, possivelmente real, de que durante a ditadura, jogavam corpos de políticos neste buraco. Hoje, há um casal de Jacarés que mora no fundo do buraco e inúmeras araras vermelhas, que fazem seus ninhos nos buracos dentro do Buraco. É possível ver também Tucano e Curicaca.
O Buraco tem um diâmetro aproximado de 160metros e 100 metros de profundidade.
7:00 é hora de estar prontas para o café no Hostel. A primeira partida é o Buraco das Araras, depois, Rio da Prata, ambas localizada na cidade de Jardim-MS. Um pouco mais de uma hora de viagem.
A van nos pegou e nos deixou no Buraco. Composto por uma trilha de não mais que 900km, com muitas paradas no meio para observação e fotografia. Vale a pena uma máquina fotográfica com bastante zoom e também um binóculos. O guia vai explicando sobre a vegetação e conta que existe uma lenda, possivelmente real, de que durante a ditadura, jogavam corpos de políticos neste buraco. Hoje, há um casal de Jacarés que mora no fundo do buraco e inúmeras araras vermelhas, que fazem seus ninhos nos buracos dentro do Buraco. É possível ver também Tucano e Curicaca.
O Buraco tem um diâmetro aproximado de 160metros e 100 metros de profundidade.
O passeio não dura mais do que uma hora. É bem breve. Em seguida, seguimos em direção ao Rio da Prata, que é uma fazenda como o Rio Sucuri. Distante do Buraco das Araras em nem 5 km.
A Flutuação no Rio da Prata se assemelha com o rio Sucuri, no que diz respeito a clareza das águas. Porém, o Rio da Prata tem muito mais variedade de peixe e peixes de porte bem maiores. É muito fácil encontrar dourados enormes, cardumes de grande Pacus, Piraputanga, Piau três pintas e Corimbás. Além disso, a trilha do Rio da Prata é bem maior. Andamos por entre a vegetação com orientação de um guia bem qualificado. Mais de um km até chegar no primeiro ponto de flutuação. O percurso do Prata, diferente do Sucuri, intercala trechos de trilha com flutuação, além disso, há momentos em que há uma correnteza bem forte, tendo que segurar em cordas, mas nada perigoso ou arriscado, mas diria com u m pouco mais de adrenalina.
| Pacu |
| Piau três pintas |
sábado, 24 de novembro de 2012
Gruta do Lago Azul e Rio Sucuri
Em Bonito, o bom é acordar cedo para aproveitar o dia!
Os passeios são todos agendados com antecedência, principalmente em época de feriado. Aparecer de repente no local para ver se entra na turma do passeio, é uma opção bem arriscada principalmente nos passeios mais 'disputados'.
Os hoteis e o hostel tomam conta de tudo. Eles fazem o agendamento nos passeios e solicitam o transporte. Os passeios dizem que tem valores fixos. E o transporte são carros, motos, vans, mini-vans etc que são chamados de 'transporte compartilhado' para reduzir o custo. Eles vão passando pelos hotéis pegando os turistas para um passeio específico e deixam no local e aguardam até a hora do retorno. As atrações são distantes do centro de Bonito. Alguns, em cidades vizinhas, chegando a uma, uma hora e meia de tempo de viagem.
Bem, iniciamos o passeio indo para a Gruta Azul, as 9:40hs, saindo do hostel. Fiquei impressionada com a estrutura turistica da cidade de bonito e dos atrativos. No centro de apoio, há uma loja de artesanatos dos índios que mais habitavam aquela região, Terenos e Kadweus. Também há bolsas impermeáveis doadas pelo correio (de carteiros mesmo) que foram otimizadas e ficaram com um trabalho lindo e super funcional.
Você entra em grupos de aproximadamente 15 pessoas com um guia bem preparado para o passeio. Eles explicam desde vegetação, passando por formação de rocha, história, população etc. Você recebe um capacete de proteção e vamos lá conhecer as famosas estalagmites e estalactites. Do centro de apoio até a entrada da gruta são aproximadamente 400 metros, bem perto mesmo. Para sair o grupo seguinte, há um espaço de tempo suficiente para não haver acumulo de pessoas na caverna. É algo extremamente impressionante ver a imagem dessa gruta. É um azul tão forte, tão forte que chama-se muita atenção, em contrate com a semi-escuridão da caverna e as rochas de tons amarelos e marrons.
Há história de ossos de uma preguiça gigante no fundo do lago. Hoje não se pode se banhar. Em pouquíssimos casos, deixam fazer mergulho, mas a autorização é dificil de conseguir. Além disso, o percurso dentro da gruta é bem pequeno, limitado por cordas os locais transitáveis. Há muitos salões, porém não são transitáveis mesmo porque é habitat de animais (morcegos, insetos).
Os hoteis e o hostel tomam conta de tudo. Eles fazem o agendamento nos passeios e solicitam o transporte. Os passeios dizem que tem valores fixos. E o transporte são carros, motos, vans, mini-vans etc que são chamados de 'transporte compartilhado' para reduzir o custo. Eles vão passando pelos hotéis pegando os turistas para um passeio específico e deixam no local e aguardam até a hora do retorno. As atrações são distantes do centro de Bonito. Alguns, em cidades vizinhas, chegando a uma, uma hora e meia de tempo de viagem.
Bem, iniciamos o passeio indo para a Gruta Azul, as 9:40hs, saindo do hostel. Fiquei impressionada com a estrutura turistica da cidade de bonito e dos atrativos. No centro de apoio, há uma loja de artesanatos dos índios que mais habitavam aquela região, Terenos e Kadweus. Também há bolsas impermeáveis doadas pelo correio (de carteiros mesmo) que foram otimizadas e ficaram com um trabalho lindo e super funcional.
Você entra em grupos de aproximadamente 15 pessoas com um guia bem preparado para o passeio. Eles explicam desde vegetação, passando por formação de rocha, história, população etc. Você recebe um capacete de proteção e vamos lá conhecer as famosas estalagmites e estalactites. Do centro de apoio até a entrada da gruta são aproximadamente 400 metros, bem perto mesmo. Para sair o grupo seguinte, há um espaço de tempo suficiente para não haver acumulo de pessoas na caverna. É algo extremamente impressionante ver a imagem dessa gruta. É um azul tão forte, tão forte que chama-se muita atenção, em contrate com a semi-escuridão da caverna e as rochas de tons amarelos e marrons.
Há história de ossos de uma preguiça gigante no fundo do lago. Hoje não se pode se banhar. Em pouquíssimos casos, deixam fazer mergulho, mas a autorização é dificil de conseguir. Além disso, o percurso dentro da gruta é bem pequeno, limitado por cordas os locais transitáveis. Há muitos salões, porém não são transitáveis mesmo porque é habitat de animais (morcegos, insetos).
O passeio é bem breve. Torno de 1 hora e meia. Retornamos no hostel as 14hs. Tempo para almoçar uma lasanha vegetariana no próprio hostel, com uma saladinha!
Logo as 15hs, passeio marcado para o Rio Sucuri, onde fica numa fazenda muito bela e bem organizada. Lá, fomos recepcionadas e conhecemos a nossa amiga Rita, uma suiça que estava no mesmo hostel que nós muito animada e divertida. Uma doçura de companhia. O nosso grupo formado por quatro pessoas, acompanhado pelo guia atencioso Ivan e mais um alemão, um senhor de uns 60 anos que não falava nada de português e muito mal o inglês.
Aproveitamos para comer uma frutinha na frente da fazenda chama Água-Pombo, uma bolinha de casca um pouco durinha cor creme do tamanho de uma jaboticaba, com a poupa alaranjada e uma grande semente. Depois tomamos uns sorvetes do Cerrado. Eu tomei o Coco de Guariroba e minha mae o Araticum. O meu estava uma delícia! O dela, já não gostei tanto, embora seja bom também.
No passeio, saimos do ponto de apoio, com a roupa neopreme, botas, tomamos uma ducha para tirar protetor solar e repelente do corpo para não poluir o rio e seguimos de carro até o ponto. Andamos nem 300 metros até a boca do rio que partimos para a flutuação. Lá, há uma plafatorma e um ponto de apoio com os coletes e onde deixamos a máscara. O guia vai seguindo com o barco atrás de nós. Antes, ajudei minha mãe fazer um pouco de snorkeling na plataforma, mas apesar do receio, ela se deu super bem!!!
Seguimos pelo Rio para a Flutuação. Confesso: algo impressionante. Poucas vezes me lembro de água tão cristalina (talvez o Poço Azul em Carolina, no Maranhão e a cachoeira do Formiga no Tocantins). É incrível conseguir ver os peixes e muito gostoso jogar o corpo a favor da correnteza, apenas deixar levar, passeando principalmente no meio de piraputangas e Corimbás. Um e outro Pacú...
| Família de Piraputanga |
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Chegada em Bonito
Desta vez, não consegui postar durante a viagem, então, vou atualizando os dias cronologicamente.
Bem, a van passou no hotel no horário marcado, passamos no aeroporto, onde pegamos nossas malas e lotou a van até Bonito. São em torno de 3 horas de viagem. A Van é bem apertada e um pouco desconfortável. O caminho é incrível, uma campo sem fim de pasto e gado. Uma parada em um posto na beira da estrada, simples de tudo, para lancharmos. O pão de queijo com um sabor delicioso! E mandioca frita em fatias bem finas como batata ruffles, um pouco mais amarelada e mais dura também.
A van deixou cada passageiro em seu hotel, em Bonito. Fomos as penúltimas. Ficaram conosco duas meninas holandesas. O Hi Hostel Bonito é bem grande. Escolhemos os chalés privativos, que fica no quarteirão seguinte do hostel, um lugarzinho aconchegante, limpinho, paisagem linda, com ar condicionado.
O Hi Hostel Bonito tem piscina, uma área externa comum muito gostosa com televisão, mesa de bilhar, mesas para refeições, cozinha coletiva, redário, também possui área de camping, aluguel de bicicletas, lavanderia, bar. Dentro do Hostel há uma agência de turismo que cuidam de todos nossos passeios, translados. O hostel estava bem cheio, mas muita gente bacana, como é de costume nos hosteis dessa rede.
O calor da cidade é algo impressionante. É realmente muito quente. E a noite, não esfria não. Continua quente. O interessante é que, além do fuso, escurece muito tarde na cidade, por volta das 8 da noite, que são 9 no horário de Brasília.
A programação começa no dia seguinte, então, resolvemos jantar pelo hostel para aguentar o dia seguinte com muita disposição! Uma deliciosa noite de sono nos chalés...
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Campo Grande
Olá, meus amigos bloggeiros!!!
Estou em mais uma viagem. Aproveitei o feriado para pegar a estrada novamente. Como não é de costume, desta vez vim de avião. Saí logo cedo de Campinas, vôo previsto para 8:20, porém, atrasou devido ao movimento no aeroporto. Embarcamos (eu e minha mãe) em Campinas e descemos em Campo Grande. Aqui, ganhamos uma hora devido ao fuso.
O aeroporto é muito pequeno, parece uma rodoviária de uma cidade pequena no interior de São Paulo. Logo no aeroporto, deixamos as malas no guarda-volumes e pegamos um ônibus para o centro da cidade. Aqui, não se pode pagar a passagem com dinheiro, você deve comprar um cartão, um passe. Desinformadas, o motorista foi muito gentil e deixou-nos no ponto desejado, de frente a uma loja que vende esse cartão para pagarmos nossa passagem. Aqui, a passagem é R$ 2,85. Chegamos no lugar que eu mais gosto das cidades, o Mercado Municipal.
O Mercado é bem grande e organizado, comparado a muitas cidades em que estive. Não encontrei nada de muito diferente, ervas medicinais, pimentas, temperos, muitos produtos japoneses (a colônia aqui é bem forte), erva para tererê, fumos, e muita cuia para tererê.
As pessoas aqui na cidade são muito gentis. Logo, no aeroporto, já dispostas a nos ajudar, mas sem aquele interesse comercial em turista, mas sim com uma simplicidade bem peculiar, doce. No ponto de ônibus, também, conversamos com uma doce senhora que contou um pouco sobre a cidade e nos deu algumas dicas de lugares. O motorista do ônibus muito gentil, um brasileiro que viveu 3 anos no Japão. No mercado, os comerciantes são muito educados e gentis. De frente ao mercado há uma feira indígena com alimentos como milho, frutas, sementes, raízes, pequi. Tem índios de muitas origens, mas eles são muito quietos, fechados e até mal humorados. Muitas vezes ficamos sem respostas para perguntas. São péssimos comerciantes.
Em seguida, almoçamos em um restaurante, Pastelaria do Milton, um japonês ao lado do Mercado. Muito limpo e a comida muito saborosa. Prato Feito a R$ 6,00. Muito bom. Passamos no camelódromo que é um galpão fechado e muito bem organizado. Sinto-me muito segura andando por esta cidade. As ruas são bem largas, sinalizadas. As ruas tem mais ou menos 4 pistas para carros, a calçado é bem larga. Uma cidade muito boa de andar. Fomos a Morada do Bais, que é um museu familiar em homenagem a primeira artista Plástica daqui de Campo Grande, Lidia Bais (1900-1985). As obras delas são lindas, ligada a religiosidade cristã e com a infância. No pequeno museu, há uma sala de pertences pessoais que são uma gracinha. Uma pequena cama que parece de criança, pois ela não tinha nem 1,5m. Seus quadros são muito graciosos. Pintou a Santa Ceia, colocando sua imagem ao lado de Jesus. Também há outro que é um auto-retrato com seus traços bem juvenis. Uma graciosidade mesmo.
Em seguida, passamos pela feira onde tem o famoso Soba. Porém, hoje não abre. E viemos ao hotel, onde esperamos nossa Van para nos levar a Bonito-MS. Minha mãe dorme no sofá. Aqui o tempo parece demorar a passar. E conseguimos aproveitar bem o dia fazendo coisas bem prazerosas e com calma!
Assim que der, envio novas notícias.
Beijos,
domingo, 22 de abril de 2012
Ilha Grande - RJ
Depois de 10 anos, retornei a Ilha Grande, um lugar que me encanta!
Muitas coisas mudaram nesses dez anos, claro! Hoje parece tudo mais estruturado.
Muitos passeios de barcos durante todo o dia, turistas do mundo inteiro (coisa que me lembro da última viagem), o porto está cada vez mais amplo em Abraão.
Pois então, fui com o meu amigo da capoeira, Márcio, de carro até Mangaratiba. Saímos no dia 5 de abril e retornamos no dia 8. Em Mangaratiba, deixamos o carro no estacionamento, que considero a melhor cidade para deixar, pois não tem o tumulto de Angra. Aí, encontrei minha tia Harumi e minha prima Dinha para seguirmos de barco até Abraão, a vila onde ficaríamos. Como sempre Abraão é muito tumultuado, é o lugar onde tem mais gente, porém, o lugar mais fácil para chegar e ficar.
Tínhamos reservado um camping já. As reservas se fazem necessárias em feriados. A Ilha lota! Nosso camping mesmo fechou as portas para novas vagas.
Bem, então fizemos três passeios de barcos.
No primeiro dia pegamos a VOLTA A ILHA, um passeio fantástico. Fomos de lancha em 12 pessoas e o passeio leva o dia todo. Passamos na Praia do Caxadaço, que é fantástica. Em seguida fomos ao aventureiro, que era meu sonho conhecer! E de fato, um lugar incrível, de águas cristalinas e uma paisagem paradisíaca. Depois fomos a Parnaioca, Meros, Lagoa Verde e Lagoa Azul. São todas lindas!
Meros foi o melhor lugar para mergulho. Avistamos muito rápido uma tartaruga! Muitos peixes lindinhos e coloridos.
Este passeio custa em torno de R$160,00, um dos mais caros. Porém, passa em lugares fantásticos. Ir de lancha também ajuda muito a encurtar o tempo e aproveitar mais o dia nos pontos de mergulhos e praias.
| Praia do Aventureiro |
| Praia dos Meros |
No segundo dia, fizemos o passeio Ilhas de Angra, passando por Cataguases, Botinas, Saco do Céu, Lagoa Azul e Japariz. Este já fizemos em barcos grandes, com muita gente. Os lugares também são lindos! Em Cataguases, conseguimos ver uma imensidão de peixinhos pequenos coloridos. Em botinas, não paramos devido ao tempo e agitação das águas, mas são duas ilhotas lindinhas. O Saco do Céu é lindo, super elitizado, com casarões fantásticos.
Já no terceiro dia, pegamos um barco até Praia de Pouso, onde tem dois quiosques. Depois seguimos em trilha de 30 minutos até Lopes Mendes. É uma trilha íngrime, mas tranquilo de ir. Ao longo do caminho, barulho de macacos bugios ensurdecedores! Muito interessante. Também micos pelo caminhos.
Lopes Mendes é uma praia linda! Vale a pena desfrutar daquele visual, aquelas águas cristalinas!!!! São lindas!
| Praia Lopes Mendes |
Depois desses dias cansativos e gratificantes, voltar a Mangaratiba de barco e retornar a Campinas.... =)
quinta-feira, 29 de março de 2012
Ilha Grande
Reabrirei o saldo de moedas da viagem e o destino desta vez é: Ilha Grande, em Angra dos Reis - RJ!
Desta vez, em boas companhias!
Quando: na páscoa
Onde: Abraão
Como: Não faço a mínima idéia...
Desta vez, em boas companhias!
Quando: na páscoa
Onde: Abraão
Como: Não faço a mínima idéia...
sábado, 4 de fevereiro de 2012
A vida é efemera
Durante a viagem, pensei diversas vezes na efemeridade da vida. É claro que eu estava suscetível. É claro que poderia me acontecer um acidente de carro, um roubo, ou qualquer coisa que arriscasse minha vida. E em que lugar do mundo não estaria suscetível?
A única coisa que realmente passava na minha cabeça é: eu estou sendo feliz! Se não me importar em ser feliz no presente, não há nenhum outro tempo que eu poderia 'conjugar' a felicidade. A vida é efêmera. Lembro de meu pai que passou a vida construindo uma casa, trabalhando excessivamente para ter uma velhice confortável e veio um câncer e tirou-lhe a velhice dos planos. E gastou parte das economias com remédios, médicos, hospitais... Do que vale o dinheiro nesta condição?
É preciso ser feliz hoje. A gente não é eterno...
A única coisa que realmente passava na minha cabeça é: eu estou sendo feliz! Se não me importar em ser feliz no presente, não há nenhum outro tempo que eu poderia 'conjugar' a felicidade. A vida é efêmera. Lembro de meu pai que passou a vida construindo uma casa, trabalhando excessivamente para ter uma velhice confortável e veio um câncer e tirou-lhe a velhice dos planos. E gastou parte das economias com remédios, médicos, hospitais... Do que vale o dinheiro nesta condição?
É preciso ser feliz hoje. A gente não é eterno...
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Por que o Brasil?
No dia 11 de dezembro, postei no blog sobre minha vontade de viajar pelo Brasil. Acho que agora, depois da viagem, eu tive novas experiências para poder compartilhar um pouco mais desse Brasil, que eu ainda pouco conheço.
Achei incrível o tanto de gringos que encontrei pelo caminho. Franceses, mexicanos, espanhóis, italianos, alemães, turcos... Todos encantados com a beleza brasileira.
Pois encanto-me mesmo com essa diversidade, com esses contrastes de realidade, cultura, belezas naturais.
Minas Gerais é um estado que já conhecia, vencida pela simpatia dos mineiros, uma boa comida e aquelas cidades históricas que são maravilhosas. Diamantina é uma delícia. Salinas é a cidade da cachaça e valeu-me uma visita a tão hospitaleira destilaria Seleta. Alguns lugares que são o fim do mundo, mato de um lado, mato do outro, estrada de chão que não tem fim.
Depois entro no estado da Bahia, que tem aquela tranqüilidade e a malandragem da capital bahiana. Um lugar lindo, arquitetura do Pelourinho, aquela obra que é o elevador de frente ao Mercado Modelo, o Porto, umas praias lindas de encher os olhos de qualquer gringo que passe por lá. Um calor que só está começando, pensando em nordeste. Cidades pequenas que fazem o turismo circular no Estado, coqueiros, uma água azul, uma temperatura que permite qualquer hora um belo banho de praia.
Seguindo passo por Sergipe. Um pedacinho de estado que, num piscar de olhos, você passa, mas que possui uma beleza muito peculiar. Aracaju brilha com artesanatos, mercados, sabedoria popular.
Atravessamos o Rio São Francisco com a foz maravilhosa entre estados e Alagoas. Que estado magnífico. Plantações enormes de coqueiros à beira-mar, uma estrada bem próxima ao litoral e uma imensidão de praias maravilhosas. Uma mais linda que a outra. Uma água azul, verde, coisa que não se cansa de olhar.
Vamos subindo por Pernambuco que mescla as cidades históricas e as festas tradicionais de carnaval com o praias lindas de recifes e piscinas naturais. Um encanto. Um pequeno e encantador litoral. Oh, linda!
Segue-se pela Paraíba que tem suas praias e as suas particularidades. João Pessoa é uma cidade linda e encantadora. Praias extensas e diversas. Tem de tudo! História, praia, rios! Um povo pra lá de receptivo.
Rio grande do Norte é uma beleza! Praias de invejar. Começam aqueles cataventos das usinas eólicas que me seduzem. Começam também as dunas, parece um deserto e de repente um lago ou um mar. Começam as Carnaúbas. E os coqueiros ficam mais escassos.
No ceará, aquela beleza que todos invejam. Jericoacoara que é um paraíso indescritível. Lagoas, dunas, rios e mar. Uma montagem divina perfeita! Praias maravilhosas neste estado.
Piauí eu pouco conheci. O Delta do Parnaíba foi o ponto, mas que lugar lindo! Entre manguezais, carnaúbas, repleto de animais, dunas, praias, rios... Um rio imenso e muito rico. Um passeio que vale a pena.
Depois tem Maranhão, que também é uma delícia. São Luis com uma carga histórica muito grande. Tem também Alcântara que é linda de se ver. Praias gostosas, aquelas casinhas de barro que o mosquito barbeiro adora, porém que confesso que fazem um charme enorme no meio da estrada. Pena que são tão prejudiciais para a saúde da população. Começam os babaçus... Os lençóis maranhenses nem se fala! Coisa espetacular. Aquela areia amarela, céu azul e a mata verde. Você vê claramente a bandeira do Brasil! Depois tem a Chapada da Mesa, em Carolina e Riachão. Aquilo é de uma beleza única. Nunca vi água tão perfeita como a do Poço Azul. Eita mundão, não acaba não!!!!!
Pará, um estado extenso e muito diversificado. Belém é uma super capital, já uniu com várias cidades ao redor. Tem a Ilha do Marajó que tem uma beleza única. Aqueles búfalos, campos alagados, coisa doida! Belém tem aquela carga cultural lindíssima, cada canto, uma mangueira e uma história. Água por todos os lados, mercado do peso, artesanato marajoara, as pessoas muito atenciosas. Mais um lugar maravilhoso.
Em Tocantins? Aquele fim de mundo? Provavelmente não tem nada! Eu sei que tem!!! E tem até demais!!!! O que dizer de um estado que me recebeu com um casal de araras cruzando meu caminho? Tudo muito preservado, muito civilizado. Ainda sem muita identidade cultural, mas muito rico pela diversidade que tenta se unificar naturalmente. Água, vegetação... O Jalapão ganha um brilho maravilhoso! É tudo aquilo ali! Águas, cachoeiras, as veredas, os buritis, o cerrado... Sei lá descrever tudo aquilo!!!!
Meus caros, o Brasil é tão lindo! Só posso desejar a vocês um feliz 2012 e que coloquem em seus destinos um lugar diferente deste nosso país em suas metas...
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
O significado de viajar...
Durante a viagem, conheci muitas pessoas. Centenas. E entre elas, muitos viajantes, assim como eu. Comecei a reparar que cada um tem a sua viagem, seu estilo próprio de viajar, sua história que está sendo construída durante a viagem.
Vou começar pelo casal de amigos, a Inês e o Franco, que moram na Alice. A Alice é uma Kombi. Em maio, farão dois anos de viagem. A Alice é linda, desfruta de cozinha, quarto, sala e banheiro. Por onde passa, ela encanta. Ela, estudiosa dos contos populares, ele fotógrafo, os dois um pouco de tudo. Se emaranham pelo Brasil adentro, em cada canto, em cada meio, eles sabem o que é realmente o Brasil. O diário de bordo está em WWW.historiasdealice.com.br.
Em João Pessoa também conheci um casal de alagoanos, viajam em um motorhome. Um monstro. Uma casa móvel. Atrás, um uno para os passeios. A casa, com toda higiene e conforto, mudam apenas o quintal. Cozinha, banheiro, quarto. Um luxo.
Há também os usuários de barracas. Uns que precisam apenas da barraca para dormir. Outros, levam mesa, caixa térmica, churrasqueiras, televisão, ventilador e tudo que se tem direito. Tudo amontoado num carro de passeio. Marcam em grupos e aproveitam a praia como plano de fundo.
Na praia dos Espelhos, há o quintal mesmo. Gente cheia grana que fica com seu computador, laptop, notebook ou seja lá o que for, sentada numas poltronas a beira do mar. E por que não cercada de redes para não ser incomodado pelos insetos?
Há também muitos estudantes, principalmente em albergues. Estes, economizam o que podem durante o dia, porque a noite é que se conhece a cidade. E vai pra balada, arrumam paqueras, enchem a cara e se faz a história.
Outros, passeio familiar! Família toda reunida, ou parte dela. O que importa é a relação entre si, a aventura une ainda mais.
Há também muitos solitários, como eu. Desde jovens até pessoas divorciadas, que refazem a vida conhecendo o mundo, o Brasil, vivendo!
E lá conheci a Vanda, minha amiga divorciada, cuja história me interessou muito. Guerreira. E sozinha viaja por entre albergues conhecendo pontos turísticos e pessoas das mais variadas. Gosta da cultura do local, procura saber a história do povo. Eu me identifiquei muito com esta minha nova amiga, que é uma doçura de pessoa.
Achei interessante também um rapaz de Curitiba, que conheci no Jalapão, em Tocantins. Passou dois dias viajando de carro para o Jalapão e um dia e meio para fazer o percurso do Jalapão para depois retornar a Curitiba. A rapidez da viagem foi uma coisa impressionante. Economizava até nas palavras:
“- De onde é?
- Campinas.
- Curitiba. Meu nome é fulano e faz dois dias que estou viajando.”
Quando chegávamos a uma cachoeira, ele tirava rapidamente a roupa, dava um mergulho e saia. Quinze minutos depois estava no próximo atrativo, enquanto, ainda, desfrutávamos da beleza do lugar. Foi um pouco mais difícil digerir isso, mas o rapaz tinha pouco tempo de viagem, pelo menos aproveitou viajando. Cada um faz a sua viagem, se era esse o tempo que ele tinha, fez do seu jeito.
Fiquei pensando o estilo da minha viagem. Comecei com a brincadeira das moedas. Paguei todas minhas hospedagem em moedas. Fiz amigos de todo lugar do Brasil (e do mundo também). Meu carro foi minha casa durante 37 dias. Procurei levar apenas o que podia carregar. Nada de luxo. Nada de exageiros. Comida, barraca leve, caixa de ferramenta, fogareiro, e equipamentos de diversão: snorkel e nadadeiras! Se for preciso dormir no carro, eu durmo. A cultura dos lugares é um dos maiores atrativos. As pessoas nativas são a maior riqueza. A idéia de ter ido de carro foi indispensável. A história, as pessoas nativas, os contos, a pureza... Aquilo tudo me encantou e me encanta... Todos os dias olho as fotos e fico lembrando da delícia que foi tudo aquilo...
sábado, 28 de janeiro de 2012
Meios de Transporte
Durante a viagem, o Dukinha foi meu transporte primeiro, porém, tive outros meios de transportes
| Dukinha |
| Balsa |
| Barco |
| Égua |
| Quadricículo |
| Búfalo |
| Moto táxi |
| Rabeta |
| Barco de pesca |
| Catamarã |
| Ferry-boat |
| Pau de arara - Jardineira (Hilux) |
| L200 Mitsubishi |
| Barco à remo |
| Nadadeiras |
| Elevador |
| Barco a vela |
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